9/09/2013
Gosto de ouvir black
music. Ouço numa rádio online. Tocou, agora, uma música do Marvin Gaye. Muito
legal. Daí, eu lembro que ele foi assassinado pelo pai e digito:
Morte
de Marvin Gaye
Descubro que ele sempre
havia discutido com o pai. Daí, o tempo passou, ele já era famoso e morava só,
mas teve uma depressão depois de uma turnê e resolveu passar uma temporada na
casa dos pais. Um dia, ele discutiu com o pai mais uma vez, porque não queria
que ele continuasse gritando com a mãe. Então, o pai pegou sua arma e deu um
tiro certeiro no peito de Marvin. Assim, calou-se de vez a voz que dizia, na
música “What’s going on”: Pai, pai. Nós não precisamos acirrar os ânimos. Veja,
a guerra não é a resposta. Porque apenas o amor pode vencer o ódio. Você sabe
que nós temos que encontrar um meio. Para trazer um pouco de amor para cá, hoje.
*
No jornal, leio a frase
de Brecht:
Arte não é um espelho para refletir a realidade, mas
um martelo para moldá-la.
Meu pai... meu pai
virou uma voz que ouço de vez em quando no telefone.
*
A alma pode permanecer com o humor dos dez, o viço
dos vinte e o erotismo dos trinta anos.
Ao menos, é o que alguém decreta no Facebook.
Ao menos, é o que alguém decreta no Facebook.
Na publicação de um
outro amigo, eu descubro que existe um gato chamado Ashera - será que se pronuncia
“Áxera”,“Axêra” ou “Axéra”? Vou no link:
Conheça
a raça de gatos geneticamente modificados mais cara do mundo. Ashera não é
apenas o mais raro, mas também o mais caro gato doméstico do mundo. É uma
mistura de gato doméstico e selvagens híbridos. O Ashera pode pesar até 14
quilos e alcançar quase 1 metro de comprimento, sendo considerado também um dos
maiores gatos do mundo.
Fico imaginando que, com tanta modificação
genética, talvez ainda consigam que a alma se atrofie para sempre, de forma a acompanhar,
em sua eterna infância, o corpo proibido de envelhecer.
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